GRAVITAÇÃO

CAIU NO ENEM!

CAIU NO VESTIBULAR!

2018

A (FCMSCSP 2018) A figura representa a trajetória elíptica de determinado planeta em torno do Sol.


Considerando as proporções entre as áreas indicadas na figura, que a linha imaginária que liga esse planeta ao Sol varre a área A1 em um intervalo de tempo t1 e a área A2 em um intervalo de tempo t2 e sendo válida a Lei das Áreas, de Kepler, é correto afirmar que

D (FMABC 2018) No dia 16 de outubro deste ano, um grupo de astrônomos anunciou a observação da colisão de duas estrelas de nêutrons. Uma estrela de nêutrons é um objeto celeste extremamente denso e com diâmetros de aproximadamente 10 km. Supondo que o Sol, súbita e instantaneamente, se transformasse em uma estrela de nêutrons (isso não pode acontecer, é apenas uma suposição), reduzindo seu diâmetro por um fator de 105, mas mantendo a sua massa e a mesma distância até a Terra, a força gravitacional que o Sol, agora uma estrela de nêutrons, exerceria sobre a Terra, em relação à força gravitacional atual,

  • a) diminuiria 105 vezes.
  • b) aumentaria 1010 vezes.
  • c) diminuiria 1010 vezes.
  • d) não se alteraria.
  • e) aumentaria 105 vezes.

 

C (UDESC 2018) Analise as proposições com relação às Leis de Kepler sobre o movimento planetário.

I. A velocidade de um planeta é maior no periélio.
II. Os planetas movem-se em órbitas circulares, estando o Sol no centro da órbita.
III. O período orbital de um planeta aumenta com o raio médio de sua órbita.
IV. Os planetas movem-se em órbitas elípticas, estando o Sol em um dos focos.
V. A velocidade de um planeta é maior no afélio.

Assinale a alternativa correta.

  • a) Somente as afirmativas I, II e III são verdadeiras.
  • b) Somente as afirmativas II, III e V são verdadeiras.
  • c) Somente as afirmativas I, III e IV são verdadeiras.
  • d) Somente as afirmativas III, IV e V são verdadeiras.
  • e) Somente as afirmativas I, III e V são verdadeiras.

B (UNICAMP 2018) Recentemente, a agência espacial americana anunciou a descoberta de um planeta a trinta e nove anos-luz da Terra, orbitando uma estrela anã vermelha que faz parte da constelação de Cetus. O novo planeta possui dimensões e massa pouco maiores do que as da Terra e se tornou um dos principais candidatos a abrigar vida fora do sistema solar. Considere este novo planeta esférico com um raio igual a RP = 2RT e massa MP = 8MT , em que RT e MT são o raio e a massa da Terra, respectivamente. Para planetas esféricos de massa M e raio R , a aceleração da gravidade na superfície do planeta é dada por g = GM/R2 , em que G é uma constante universal. Assim, considerando a Terra esférica e usando a aceleração da gravidade na sua superfície, o valor da aceleração da gravidade na superfície do novo planeta será de

  • a) 5 m/s2.
  • b) 20 m/s2.
  • c) 40 m/s2.
  • d) 80 m/s2.

2017

E (FGV SP 2017) Johannes Kepler (1571-1630) foi um cientista dedicado ao estudo do sistema solar. Uma das suas leis enuncia que as órbitas dos planetas, em torno do Sol, são elípticas, com o
Sol situado em um dos focos dessas elipses. Uma das consequências dessa lei resulta na variação

  • a) do módulo da aceleração da gravidade na superfície dos planetas.
  • b) da quantidade de matéria gasosa presente na atmosfera dos planetas.
  • c) da duração do dia e da noite em cada planeta.
  • d) da duração do ano de cada planeta.
  • e) da velocidade orbital de cada planeta em torno do Sol.

2016

D (FUVEST 2016) A Estação Espacial Internacional orbita a Terra em uma altitude h. A aceleração da gravidade terrestre dentro dessa espaçonave é

2015

D (FUVEST 2015) A notícia “Satélite brasileiro cai na Terra após lançamento falhar”, veiculada pelo jornal O Estado de S. Paulo de 10/12/2013, relata que o satélite CBERS-3, desenvolvido em parceria entre Brasil e China, foi lançado no espaço a uma altitude de 720 km (menor do que a planejada) e com uma velocidade abaixo da necessária para colocá-lo em órbita em torno da Terra. Para que o satélite pudesse ser colocado em órbita circular na altitude de 720 km, o módulo de sua velocidade (com direção tangente à órbita) deveria ser de, aproximadamente,

  • a) 61 km/s
  • b) 25 km/s
  • c) 11 km/s
  • d) 7,7 km/s
  • e) 3,3 km/s

2013

A (FUVEST 2013)  Uma das primeiras estimativas do raio da Terra é atribuída a Eratóstenes, estudioso grego que viveu, aproximadamente, entre 275 a.C. e 195 a.C. Sabendo que em Assuã, cidade localizada no sul do Egito, ao meio dia do solstício de verão, um bastão vertical não apresentava sombra, Eratóstenes decidiu investigar o que ocorreria, nas mesmas condições, em Alexandria, cidade no norte do Egito. O estudioso observou que, em Alexandria, ao meio dia do solstício de verão, um bastão vertical apresentava sombra e determinou o ângulo 𝜃 entre as direções do bastão e de incidência dos raios de sol. O valor do raio da Terra, obtido a partir de 𝜃 e da distância entre Alexandria e Assuã foi de, aproximadamente, 7500 km.

O mês em que foram realizadas as observações e o valor aproximado de 𝜃 são

  • a) junho; 7°.
  • b) dezembro; 7°.
  • c) junho; 23°.
  • d) dezembro; 23°.
  • e) junho; 0,3°.

Note e adote: Distância estimada por Eratóstenes entre Assuã e Alexandria 900 km. π = 3.

 

B (UFTM 2013) Num determinado sistema planetário, um planeta descreve um movimento de translação ao redor de uma estrela, segundo a trajetória e o sentido representados na figura. Sabe-se que o deslocamento entre os pontos A e B ocorre em quatro meses terrestres e que as áreas A1 e A2 são iguais.

Considerando válidas as leis de Kepler para o movimento planetário e sabendo que o período de translação do planeta ao redor de sua estrela é igual a 20 meses terrestres, o intervalo de tempo para que ele percorra o trecho CA, em meses terrestres, é igual a

  • a) 11.
  • b) 12.
  • c) 14.
  • d) 10.
  • e) 13.

 

2011

C (UFRN 2011) A partir do final da década de 1950, a Terra deixou de ter apenas seu único satélite natural – a Lua –, e passou a ter também satélites artificiais, entre eles os satélites usados para comunicações e observações de regiões específicas da Terra. Tais satélites precisam permanecer sempre parados em relação a um ponto fixo sobre a Terra, por isso são chamados de “satélites geoestacionários”, isto é, giram com a mesma velocidade angular da Terra.
Considerando tanto a Lua quanto os satélites geoestacionários, pode-se afirmar que

  • a) as órbitas dos satélites geoestacionários obedecem às Leis de Kepler, mas não obedecem à Lei de Newton da Gravitação Universal.
  • b) a órbita da Lua obedece às Leis de Kepler, mas não obedece à Lei de Newton da Gravitação Universal.
  • c) suas órbitas obedecem às Leis de Kepler e à Lei de Newton da Gravitação Universal.
  • d) suas órbitas obedecem às Leis de Kepler, mas não obedecem à Lei de Newton da Gravitação Universal.

2009

C (UNIFESP 2009) Estima-se que o planeta Urano possua massa 14,4 vezes maior que a da Terra e que sua aceleração gravitacional na linha do equador seja 0,9g, em que g é a aceleração gravitacional na linha do equador da Terra. Sendo RU e RT os raios nas linhas do equador de Urano e da Terra, respectivamente, e desprezando os efeitos da rotação dos planetas, RU/RT é

  • a) 1,25.
  • b) 2,5.
  • c) 4.
  • d) 9.
  • e) 16.